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- Tríades
- Escalas
- Praticando
- Acordes
Uma música é baseada em algum sistema musical, diremos “um jeito de pensar”.
O sistema musical tonal ocidental tem o seu próprio ‘jeito’ de organização.
Sem a preocupação histórica mas sim prática, todo o músico usará esse sistema para estudar música e este é o objetivo destas páginas.
A prática para o entendimento sonoro.
Para o iniciante que não está acostumado com a linguagem musical, o nosso sistema tonal é baseado em tom e semitom e é através dessa medida que montamos os Tons Maiores e Menores (as Escalas).
Se tocamos dó.ré.mi.fá.sol, ouviremos um sequência de sons:
tom.tom.semitom.tom.
Mas se tocamos partindo da tecla ré.mi.fá.sol.lá, sentiremos alguma diferença na sua seqüência.
Observando as distâncias entre as teclas, veremos que é diferente:
tom.semitom.tom.tom.
O que você faria para deixar com a mesma medida,
tom.tom.semitom.tom
Uma vez que você tenha cada uma das 5 teclas de cada tom sob contrôle, será mais fácil ainda entender e montar as 12 escalas. Acredito que se antes de ler música, você souber identificar o nome das teclas rapidamente, sua leitura será mais eficiente.
Seja no chamado campo ‘erudito’ ou ‘popular’, é imprescindível que o iniciante tenha um treinamento constante de acordes (arpejado) e escalas. Podemos até sintetizar que uma música é só arpejo e escala.
A construção das 12 tríades será pela seqüência em quintas:
Exercícios para formatar as mãos em todas as tonalidades.
Cada Tonalidade é um mundo diferente para os dedos.
O teclado preto é mais alto para o dedo e eles terão de se acostumar a andar no centro do teclado e não na beirada (salvo se a música não tiver nenhuma preta para tocar).
A mão precisa se acostumar com o teclado como um todo. Passear por todos os tons ajudará a acelerar o reconhecimento dos nomes das teclas, coisa complicada no início por causa da enarmonia (som igual, nome diferente).
»»» Modelo com melodia ascendente, descendente, tríade arpejada e harmônica.
Harmonia (relaxamento . tensão)
Os acordes mais importantes do sistema tonal são:
O primeiro grau, I, que dá nome ao tom e o seu quinto grau, V (quinta nota) que é o mais tenso (por ‘mil’ razões que não convém no momento)
Se você tem um amigo que também toca, poderá acompanhá-lo no exercício das 12 tríades.
Aqui vai o exemplo da escrita e a dica é:
Se você sabe todos os 12 tons com os dedos ‘corretos’ no acompanhamento, será fácil agregar uma nota a mais no V grau.
O movimento (dos dedos) e o reciocínio (tom.st) será sempre o mesmo em cada tom mas o cuidado será sempre com a ‘leitura do teclado’ (brancas.pretas)
No acompanhamento acima, no V (quinto) grau (sol.si.ré), foi acrescentada na tríade a sua sétima nota.
Numa tríade podemos acrescentar mais notas para ‘enriquecer’ a harmonia.
Se você já preparou a mão fazendo as tríades, ficará fácil acrescentar mais uma nota no V grau.
Quando acrescentamos a 7ª nota na tríade de Sol, ela soará mais tensa. Isso ocorre porque entre os sons, haverá uma combinação de notas que terá a medida de 3 tons.
tríade: Sol . Si . Ré + Fá
Esse intervalo de 3 tons entre qualquer som (nota) é chamado de ‘trítono’, responsável pela estruturação do sistema tonal.
Veja a tabela das distâncias (intervalos) entre as notas da escala de Dó.
A escrita musical para piano e as claves
Sempre vejo dificuldades em entender a localização das notas no teclado.
Talvez esta tabela ajude:
Imagine um espelho no centro da pauta como uma linha separando as duas pautas.
As notas escritas na clave de sol ficam espelhadas na clave de fá.
Esse é um geito rápido de identificar as notas na pauta. Memorize-as e sua leitura será um pouco mais rápida.
Veja a diferença de escrita:
Veja a partitura em vídeo
Brinde:
Playback do acompanhamento em mp3.
(mouse direito em download e ‘salvar link como…’)
triades-tplayback.mp3
Veja se consegue tocar os 12 tons sem parar.
O bit no metrônomo é 100 para a semínima.
Se estiver num piano não afinado no Lá diapasão (440), soará desafinado.
Se você sabe em 5ª ascendentes, é necessário pensar em 5ª descendentes.
Excelente exercício de O. Beringer para exercitar os cinco dedos e a concentração para a mudança de tonalidade.
Parto de um princípio:
“Só se estuda técnica quando se olha para as mãos e não para a partitura.”
Se você já tem visualizado os tons maiores e tem um teclado por perto, faça o seguinte:
Aperte as 5 teclas do tom de DÓ:
dó . ré . mi . fá . sol (placa de Dó | Pentacorde de Dó)
O terceiro dedo, dita o tom: Maior.
Ainda com as teclas apertadas, escorregue o terceiro dedo semitom abaixo: Mi bemol
Essas são as cinco teclas de DÓ Menor.
dó . ré . mib . fá . sol (placa de Dó menor)
Não solte-as e escorregue o dedo 2 e o dedo 5 semitom abaixo.
Ré bemol . Lá bemol
Se você tem memorizado os tons maiores, facilmente verá as quatro primeiras notas a partir do dedo 2, indicador, indicando o novo tom.
Essas cinco teclas são a passagem de tonalidade, modulação.
*dó . réb . mib . fá . solb
(* onde dó é a sétima nota da nova escala e passa a ser a terça do V grau, Láb7, do novo tom, RébM. (??complicou??)
Só completará quando o polegar estiver no novo tom: RÉ bemol Maior.
réb . mib . fá . solb . láb
E assim sucessivamente até chegar novamente em DÓ.
Veja o exercício:
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January 30th, 2009 at 16:44
hummm…levando aluno a pensar hein?!!!
January 31st, 2009 at 07:50
olhos-orelhas-mãos + pensamento = som